segunda-feira, 30 de novembro de 2009

CAMPANHA: O que de pior pode acontecer?

Boa tarde galera! Eu achei esta campanha simplesmente sensacional e por isso estou postando aqui! E as montagens então, perfeitas! A proposta da campanha é muito bacana e a maneira como eles executaram um espetáculo!

UM DIA EU CHEGO LÁ!!!

Abraço!
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Má influência entre os jovens pode ser fatal.
Adolescentes são influenciáveis e vulneráveis às pressões do próprio grupo. Um produto oferecido por um amigo pode ser fatal. Ou como pergunta o texto das peças da campanha: o que de pior pode acontecer? As metáforas incorporadas pelas ilustrações – sal para lesmas, veneno para ratos e inseticida para insetos – dão um toque de humor à campanha do programa anti-drogas do governo americano, Above The Influence (www.abovetheinfluence.com). Vale a pena visitar o site do programa e conferir os canais de informação e interatividade voltados para pais, adolescentes e educadores. A criação é da agência McKinney.







quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O MELHOR DA PROPAGANDA REGIONAL

Uma boa oportunidade de mostrar o talento e a criatividade dos profissionais da área publicitária do Rio de Janeiro.

Criações bacanas e inspiradoras...

Acessem!

Adriana Rodrigues.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Da Central à Santa Cruz, as marcas seguem firmes e fortes!

Trem: Não há lugar melhor para "vender o peixe". Na realidade o peixe é citado não ao pé da letra, literalmente - apesar da possibilidade dessa venda acontecer dentro de um vagão de trem - mas sim, como uma forma de usar esta velha expressão para dar a conotação de vender qualquer coisa, a qualquer preço, em qualquer lugar, de maneira próspera. Diariamente os indivíduos são bombardeados por infinitos estímulos de compra e consumo e tem uma constante exposição às marcas, de diferentes segmentos e grau de conhecimento. São produtos, produtos e mais produtos.

PIPOCA DOCES LIVROS GULOSEIMAS UTILIDADES ADEREÇOS UTENSÍLIOS FERRAMENTAS CDS DVDS ACESSÓRIOS BEBIDAS ÍTENS DE ARMARINHO CHAPÉUS GUARDA-CHUVAS PRODUTOS NATURAIS PRODUTOS DE BELEZA ALIMENTOS NÃO PERECÍVEIS ARTESANATO MODA (...)

No trem é possível ver desde abridores de garrafa sem marcas à caixas fechadas de "Danone" que o amigo ambulante faz questão de dizer que parece roubado, mas que não é! E frisa para a clientela a qualidade e tradição da marca, além, é claro, do mais importante: o prazo de validade. É um pouco do bichinho do marketing e da propaganda que morde esses vendedores e os inspira a "vender o seu peixe", como dito no início, de maneira incisiva e persuasiva.

Todas as técnicas estudadas e repassadas nas salas de aula de um curso de publicidade e propaganda parecem que entram em conflito dentro de um vagão de trem, a mais ou menos 60km por hora, num balanço constante e com sons vindos de todos os lados. São marcas, designs, cores, contrastes, embalagens, frases feitas e apelos de venda que vão desde apresentar o produto apenas esticando-o em direção ao passageiro até o anúncio em gritos do tipo: SENHORES! HOJE O CAMELÔ TRAZ O MAIS NOVO LANÇAMENTO DA NESTLÉ... Tem até criação de slogan: PIPOCÃO É 50... CAFÉ DA MANHÃ, ALMOÇO E JANTA; ou então JUJUBA DE FRUTA É 50... O PASSATEMPO DA SUA VIAGEM. E por aí vai, e a partir daí começa a venda. Isso quando não aparecem demonstradores, como num ponto de venda, num supermercado, por exemplo, que oferecem degustação do produto à troco da relação compra e venda.

Da Central à Santa Cruz, as marcas seguem firmes e fortes. Constantes. Visíveis. Intermináveis - Mesmo com a ação dos agentes de controle! E é por isso que elas sobrevivem: estão presentes a todo tempo, em todo lugar, até mesmo no vagão de um trem. Assim como num shopping, onde a concentração de lojas e marcas é massificante e intensa, no trem é possível observar dezenas delas. Do bom ao ruim. Do novo ao velho. Do famoso ao desconhecido. O mundo das marcas é vivo e também se fortalece nos trilhos espalhados pelo Rio de Janeiro. Não precisa procurar muito, basta embarcar numa viagem de trem e esperar que elas cheguem até você.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

“Criação de logotipos: cliente x designer"

Em uma das minhas aulas sobre o valor da criação, uma aluna pesquisando sobre um trabalho que passei na internet se deparou com esse texto muito interessante e que tem tudo a ver com o objetivo da aula. Coloquei -o aqui e dou parabéns ao seu autor. Espero que ajude a todos em mais uma reflexão sobre o assunto.



“Criação de logotipos: cliente x designer"
Por Cristiano Sebben em 18 de julho de 2008



Cliente:
- Oi, eu queria um logo pra empresa que estou abrindo. Ouvi dizer que sai por uns duzentinhos. Quanto você cobraria?

Designer:
- Depende. Para o que o senhor quer o logo?

Cliente:
- Ora essa, para usar nas coisas da minha empresa.

Designer:
- Coisas…?

Cliente:
- Cartões, notas, catálogos, website, uniformes, fachada, etc.

Designer:
- Entendo, mas para quê o senhor quer por um logo em tudo isso?

Cliente (já estressado):
- Ora, para todo mundo reconhecer minha empresa, para as pessoas verem esse logo e imediatamente saberem que é minha empresa, tipo a Nike ou a Coca-Cola.

Designer:
- Ué, mas o nome não é o suficiente? O senhor precisa gastar mais para ter um desenhinho no cartão e na fachada?

Cliente (possesso):
- Caramba, mas que diabo de designer é você? É lógico que precisa ter uma marca, um logo, uma imagem, que todo mundo vai lembrar e que vai me ajudar a vender mais. Que vou poder pôr apenas isso em um monte de lugares e vai ser o suficiente para se fazer um marketing viral e vou economizar muita grana em anúncio e propaganda. Que todo mundo vai olhar e lembrar dos meus produtos.

Designer:
- Então o senhor sabe muito bem o valor do que quer e do que está pedindo. Sabe que um logo bem feito não é só um desenhinho e que vai agregar valor a sua empresa e consequentemente aumento de vendas e faturamento. O senhor está adquirindo um produto tão importante quanto as suas máquinas e seus funcionários pois vai ser a cara, a identidade visual do seu negócio.

O valor é R$ 5.000,00.


Moral da história: é importante que o cliente reconheça o valor e a importância do trabalho pedido, o que muitas vezes não acontece.”