Ser Design - Designer Gráfico, Web Designer, Surface Designer, Designer de Interiores ou qualquer outro tipo de Designer vai muito além do vasto conhecimento técnico que a área exige, muito abrangente mesmo, do conhecimento geral ou do domínio das tecnologias disponíveis, plataformas, gadgets, etc...
Ser Designer é um modo de vida.
É ter um jeito todo especial de ver as coisas, as situações, os problemas.
É não ter medo de resolver problemas;é procurar sempre uma nova solução para problemas antigos;
é fazer de outro jeito o que já foi feito, só pelo prazer de fazer;
É ser curioso e desmontar tudo que encontra pela frente só pra ver como foi feito;
é gostar de ler de tudo e o tempo todo;
é pegar as sobras de varias coisas e criar algo novo;
é procurar na opinião dos outros aquilo que pode realmente pode contribuir no trabalho que você levou um tempão pra fazer e ainda achar graça disso;
é não levar as críticas para o lado pessoal;
é olhar o trabalho dos outros e se inspirar na idéia (sem copiar é claro)e aprender com eles que existem diversas maneiras, além da nossa, de fazer as coisas;
É vestir uma meia diferente em cada pé e nem perceber pois a cabeça está pensando na logomarca;
E além de tudo isso, cumprir todos os prazos exigidos sem reclamar... mesmo que o prazo tenha sido ontem;
Se você é assim, com certeza está no caminho certo para se tornar um Designer.
Professor Sergio Montes
Neste espaço trataremos de assuntos relacionados às aulas que ministro na UCB e nos cursos de Pós, Tecnólogos, Extensão e Cursos Livres. Conteúdo, artigos e cases estarão à disposição dos alunos e de todos que participarem.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Postagem via celular
Agora ficará mais fácil postar no blog
E-mail enviado por VIVO Smart Mail
E-mail enviado pelo VIVO Smart Mail
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Qual o valor da criação
Não peça de graça a única coisa que posso vender (2)
Estudamos, nos aperfeiçoamos, buscamos conhecimento acadêmico e de mercado, investimos tempo e dinheiro em nossa formação, compramos softwares originais (caríssimos), pagamos nossos impostos (altíssimos), investimos pesado nos melhores equipamentos (também carésimos), elaboramos valores baseados em tabelas que nossos parceiros e concorrentes também praticam, mantendo uma concorrência justa e leal onde o diferencial são outros atributos como atendimento, qualidade, apresentação além da idéia e não o preço.
Então vamos para o mercado esperando ter algum retorno de tudo o que gastamos até aqui e vamos à luta buscar novos clientes.
Aí o filho da vizinha fica todo animado com o computador que ganhou no natal, baixa um “Coréudral” no emule, instala o “fotochóp” que conseguiu no camelô por “dezmirré” e vai fuçando e mostrando pra mãe o que já sabe fazer.
A mãe, para não desapontá-lo, é claro, diz: ficou lindo filho! Você desenha muito bem. Rapidamente o cara passa a acreditar realmente que é um designer gráfico, um diretor de arte. Nunca estudou composição de cores, processos gráficos, história da arte, tipografia, não tem a menor idéia do que agências de propaganda e profissionais de criação conquistaram no mercado até agora.
Um dia ele aprende a colocar efeito nas suas fotos através de um tutorial que encontrou no ORKUT e pensa: sou um “proficional”.
O pai do rapaz enxerga longe e já pensa numa forma de resgatar o investimento que fez no natal quando comprou o computador. Na verdade ele também quer arrumar uma forma do menino parar de coçar o saco o dia todo na Internet.
Começa a espalhar para seus amigos que seu filho agora é “web design” e tá fazendo uns cartões de visita, umas “logomarcas”, uns panfletos e cobra baratinho... “Dez real”, diz o pai todo contente quando um amigo pergunta por quanto que o garoto faria uma identidade visual para a loja que está abrindo.
A fama do garoto se espalha e pinta o primeiro grande trabalho para ele fazer: um folder para o salão de beleza do bairro, que por acaso é da tia dele. O garoto mesmo é quem cria os “testos”, pega umas imagens de umas modelos bonitas na Internet. Não tem problema se a imagem tem 180 x 180 pixels, ele estica para caber na capa do folder. Utilizou quase todas as fontes que tinha instalado no computador. É uma obra de arte! Disse o pai do menino quando foi levar o “leiaute”, impresso na multifuncional que veio junto com o computador.
A dona do salão fez um pedido grande! 1000 folders coloridos com aquele brilinho que a gráfica coloca no papel.
Quando o material chegou, ela achou que ficou um pouquinho diferente do que tinha visto na tela do computador, não tinha as mesmas cores, mas deixou assim mesmo, tinha alguns errinhos de português, a foto ficou embaçada, mas já tinha pago pelo serviço e não queria arrumar confusão com a irmã, mãe do “web design”. No salão ninguém gostou do folder e também não tinham coragem de falar para a patroa. Os clientes até aceitavam levar para casa, mais por educação do que por interesse.
A mulher não entendeu porque seu material de propaganda não dava resultado, ela queria um folder igual ao do concorrente, era tão bonito que dava vontade de colecionar.
Neste mesmo folder, antes dela ter a idéia de fazer um material de propaganda para o seu salão também, tinha visto a assinatura de quem havia criado e ligou para a empresa para saber quanto custaria fazer aquele material.
Achou um absurdo quando o cara da agência queria cobrar só pela criação o que o sobrinho dela faria incluindo arte e impressão. Ela disse que conhecia alguém que sabia mexer no computador também e pagaria bem menos já com tudo impresso
Moral da história: Profissionalismo e experiência. Não peça de graça a única coisa que posso vender
Um bom resultado é precedido de uma boa pesquisa, de mercado, de público alvo, de definições de objetivos a serem alcançados, de elaboração de estratégias tanto de marketing como de comunicação, de medição, avaliação e feed-back e é claro, depois de tudo isso, de um designer que comunique todos os atributos do serviço ou produto, dos diferenciais, das vantagens, dos benefícios além de, é claro, ser bonito e estar dentro da moda. Isso só um profissional capacitado consegue dar.
Estudamos, nos aperfeiçoamos, buscamos conhecimento acadêmico e de mercado, investimos tempo e dinheiro em nossa formação, compramos softwares originais (caríssimos), pagamos nossos impostos (altíssimos), investimos pesado nos melhores equipamentos (também carésimos), elaboramos valores baseados em tabelas que nossos parceiros e concorrentes também praticam, mantendo uma concorrência justa e leal onde o diferencial são outros atributos como atendimento, qualidade, apresentação além da idéia e não o preço.
Então vamos para o mercado esperando ter algum retorno de tudo o que gastamos até aqui e vamos à luta buscar novos clientes.
Aí o filho da vizinha fica todo animado com o computador que ganhou no natal, baixa um “Coréudral” no emule, instala o “fotochóp” que conseguiu no camelô por “dezmirré” e vai fuçando e mostrando pra mãe o que já sabe fazer.
A mãe, para não desapontá-lo, é claro, diz: ficou lindo filho! Você desenha muito bem. Rapidamente o cara passa a acreditar realmente que é um designer gráfico, um diretor de arte. Nunca estudou composição de cores, processos gráficos, história da arte, tipografia, não tem a menor idéia do que agências de propaganda e profissionais de criação conquistaram no mercado até agora.
Um dia ele aprende a colocar efeito nas suas fotos através de um tutorial que encontrou no ORKUT e pensa: sou um “proficional”.
O pai do rapaz enxerga longe e já pensa numa forma de resgatar o investimento que fez no natal quando comprou o computador. Na verdade ele também quer arrumar uma forma do menino parar de coçar o saco o dia todo na Internet.
Começa a espalhar para seus amigos que seu filho agora é “web design” e tá fazendo uns cartões de visita, umas “logomarcas”, uns panfletos e cobra baratinho... “Dez real”, diz o pai todo contente quando um amigo pergunta por quanto que o garoto faria uma identidade visual para a loja que está abrindo.
A fama do garoto se espalha e pinta o primeiro grande trabalho para ele fazer: um folder para o salão de beleza do bairro, que por acaso é da tia dele. O garoto mesmo é quem cria os “testos”, pega umas imagens de umas modelos bonitas na Internet. Não tem problema se a imagem tem 180 x 180 pixels, ele estica para caber na capa do folder. Utilizou quase todas as fontes que tinha instalado no computador. É uma obra de arte! Disse o pai do menino quando foi levar o “leiaute”, impresso na multifuncional que veio junto com o computador.
A dona do salão fez um pedido grande! 1000 folders coloridos com aquele brilinho que a gráfica coloca no papel.
Quando o material chegou, ela achou que ficou um pouquinho diferente do que tinha visto na tela do computador, não tinha as mesmas cores, mas deixou assim mesmo, tinha alguns errinhos de português, a foto ficou embaçada, mas já tinha pago pelo serviço e não queria arrumar confusão com a irmã, mãe do “web design”. No salão ninguém gostou do folder e também não tinham coragem de falar para a patroa. Os clientes até aceitavam levar para casa, mais por educação do que por interesse.
A mulher não entendeu porque seu material de propaganda não dava resultado, ela queria um folder igual ao do concorrente, era tão bonito que dava vontade de colecionar.
Neste mesmo folder, antes dela ter a idéia de fazer um material de propaganda para o seu salão também, tinha visto a assinatura de quem havia criado e ligou para a empresa para saber quanto custaria fazer aquele material.
Achou um absurdo quando o cara da agência queria cobrar só pela criação o que o sobrinho dela faria incluindo arte e impressão. Ela disse que conhecia alguém que sabia mexer no computador também e pagaria bem menos já com tudo impresso
Moral da história: Profissionalismo e experiência. Não peça de graça a única coisa que posso vender
Um bom resultado é precedido de uma boa pesquisa, de mercado, de público alvo, de definições de objetivos a serem alcançados, de elaboração de estratégias tanto de marketing como de comunicação, de medição, avaliação e feed-back e é claro, depois de tudo isso, de um designer que comunique todos os atributos do serviço ou produto, dos diferenciais, das vantagens, dos benefícios além de, é claro, ser bonito e estar dentro da moda. Isso só um profissional capacitado consegue dar.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Práticas para exercitar a sua criatividade
Este arquivo é um complemento da entrevista “Liberte a sua criação”, publicada na seção “Entrevista”, da edição número 53 (maio de 2008), da Revista Webdesign. Para um entendimento mais completo do assunto, e melhor utilização deste material, recomendamos primeiro a leitura da edição impressa.
Coloco este material no Blog por que achei bem interessante. Muitos desses aspectos já foram abordados por mim em sala de aula (muitas vezes com outros nomes, é claro, mas no fundo, os conceitos são os mesmos). Onde o artista fala de web design, podemos fazer uma ponte mais ampla para todo o design e direção de arte seja em propaganda ou em qualquer outra atividade. Funciona mesmo.
O artista plástico e designer Ronaldo Gazel (http://gazozzo.blogspot.com/) aponta uma
série de práticas que podem ajudar a estimular a criatividade na concepção de projetos na
web e na obtenção de melhores resultados. Confira a lista:
1) Praticar o olhar analítico, percebendo as propriedades visuais das imagens, no dia-a-dia
“Temos a tendência em ‘fechar’ a Gestalt rapidamente, atitude responsável por
‘pasteurizar’ muitas criações nossas. Precisamos ser hábeis em mudar de paradigma
perceptivo para explorarmos novas possibilidades de gestalt além das óbvias - e para isso vamos desenvolver o olhar analítico - sem deixar de trabalhar o olhar livre, criativo - até porque a habilidade analítica nos deixa muito mais à vontade, seguros para ‘soltar a mente’ no olhar criativo, livre. A pressa acelera ainda mais a velocidade da gestalt - é preciso desacelerar esse processo, aumentando o tempo de percepção da imagem - desprendendo-se do automatismo sensorial e enxergando novos valores, ainda que a partir de uma imagem velha.”
2) Identificar posições etnocêntricas e praticar a visão global
“É fundamental se posicionar como radar de pensamentos, idéias e tendências, fazendo o máximo esforço para compreender a diversidade em que vivem as pessoas, principais
razões do webdesign, da comunicação, da arte. É preciso compreender as realidades
alheias, por mais que, muitas vezes, não concordemos nem compartilhemos de algumas
atribuições predicativas (ruim, errado, certo, bom, mau etc.) a respeito de qualquer objeto, ser ou situação. É assim que nos transformamos em poderosas antenas de percepção sensorial/criativa, gerando nossas próprias opiniões, mas aceitando que nossos valores, nossas idéias, não são nem piores e nem melhores do que as dos outros, e sim, diferentes. É importante nos policiarmos para buscar compreender as situações e idéias das quais discordamos ou nutrimos alguma aversão, tentando vê-las do ponto de vista de quem as defende.”
3) Laboratório usando interfaces colaborativas
“Criar comunidades o mais impensáveis possíveis e vídeos com potencial viral, no
YouTube. Aproveitar a facilidade e a visibilidade desses ambientes para projetar
experiências livres.”
4) Registro de qualquer idéia ou fragmento
“Nunca usar o computador sem um arquivo aberto em algum editor de texto ou e-mail, para evitar a preguiça de abrir o software, achando que a idéia ou o fragmento serão percebidos novamente. Idéias e observações interessantes sobre qualquer assunto do nosso interesse pessoal e profissional devem ser registrados. O próprio ato de anotar cria vínculos mnemônicos entre fragmentos de idéias, aumentando a habilidade de produzir novos fragmentos, que vão dar origem às grandes e boas idéias.”
5) Imagens sensoriais
“Registro e observação, análise, de imagens de qualquer natureza, baixadas no decorrer do dia; imagens que gerem interesse suficiente para que as baixemos, não estando relacionadas necessariamente a projetos. Isso vai gerar reflexos mnemônicos pouco previsíveis quando retornarmos a elas, posteriormente.”
6) Brief-feeding
“Leitura do material por três vezes. Imersão e percepção total do material primordial de trabalho.”
7) Interface updating
“Pesquisar semanalmente novas extensões para o Firefox, para o Gmail, enfim, para as
interfaces que você utiliza regularmente, mantendo-se atualizado, aproveitando os novos facilitadores que surgem a cada dia.”
8) Tomada de posições / lapidar opiniões em “estado bruto”
“Uma das etapas mais importantes do esforço sinergético é, sem dúvida, o estudo de
referências. Mas como fazer um bom estudo de referências se não somos hábeis em tomar
posições? Quero dizer que, opiniões como ‘acho bacana’ ou ‘esse layout é legal’,
expressam sentimentos válidos, mas se esses são os únicos atributos que você encontra em web design, design gráfico ou artes plásticas, está mostrando que esses seus sentimentos estão em estado bruto, ou seja, aquela comunicação visual ‘mexeu com você’, mas você não encontra mecanismos para desconstruir essa impressão, definindo exatamente o que mexeu com você e por que. Design pode ser muito bacana por razões bem definidas, e isso é importantíssimo para nós que criamos e desenvolvemos.
Para apurarmos nosso senso crítico visual, é fundamental que nos comportemos como
artistas. O design é capítulo fundamental na história da arte, e nós, que vivemos a pósmodernidade, fazemos parte dessa história. Diferente das artes plásticas, que trabalham focalizando a expressão do artista, o design, ou ainda, o web design é um desafio diferente: precisamos distribuir nossa atenção para os aspectos práticos, comerciais ou utilitários, enquanto expressamos nossa arte. No dia-a-dia das agências, infelizmente, os designers não têm tempo para essa auto-avaliação e acabam por receberem o rótulo de ‘peões digitais’, isto é, uma força de trabalho capaz de operar software. Se for o seu caso, puxe o freio de emergência agora.”
9) Estudo teórico/prático de assuntos relacionados ao web design/arte
“Por rodízio. Exemplo: segunda-feira: tipografia / terça-feira: história da arte / quarta-feira: programação Flash etc.”
10) Leitura livre recreativa ou vídeo por, pelo menos, 30 minutos
“Videoarte, literatura, poesia, quadrinhos, romance, qualquer tipo de leitura de qualidade.”
11) Aprender a amar o que deve ser amado, sem se apegar ao objeto/pessoa/situação amado, e com isso, amar sem medo
“Isso nos dará confiança para perceber novas possibilidades na vida, não apenas visuais, com tranqüilidade.”
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
CAMPANHA: O que de pior pode acontecer?
Boa tarde galera! Eu achei esta campanha simplesmente sensacional e por isso estou postando aqui! E as montagens então, perfeitas! A proposta da campanha é muito bacana e a maneira como eles executaram um espetáculo!
UM DIA EU CHEGO LÁ!!!
Abraço!
_______________________________________________________________________________________________
Retirado de http://colunistas.ig.com.br/cip/
Má influência entre os jovens pode ser fatal.
Adolescentes são influenciáveis e vulneráveis às pressões do próprio grupo. Um produto oferecido por um amigo pode ser fatal. Ou como pergunta o texto das peças da campanha: o que de pior pode acontecer? As metáforas incorporadas pelas ilustrações – sal para lesmas, veneno para ratos e inseticida para insetos – dão um toque de humor à campanha do programa anti-drogas do governo americano, Above The Influence (www.abovetheinfluence.com). Vale a pena visitar o site do programa e conferir os canais de informação e interatividade voltados para pais, adolescentes e educadores. A criação é da agência McKinney.



quinta-feira, 24 de setembro de 2009
O MELHOR DA PROPAGANDA REGIONAL
Uma boa oportunidade de mostrar o talento e a criatividade dos profissionais da área publicitária do Rio de Janeiro.
Criações bacanas e inspiradoras...
Acessem!
Adriana Rodrigues.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Da Central à Santa Cruz, as marcas seguem firmes e fortes!
Trem: Não há lugar melhor para "vender o peixe". Na realidade o peixe é citado não ao pé da letra, literalmente - apesar da possibilidade dessa venda acontecer dentro de um vagão de trem - mas sim, como uma forma de usar esta velha expressão para dar a conotação de vender qualquer coisa, a qualquer preço, em qualquer lugar, de maneira próspera. Diariamente os indivíduos são bombardeados por infinitos estímulos de compra e consumo e tem uma constante exposição às marcas, de diferentes segmentos e grau de conhecimento. São produtos, produtos e mais produtos.
PIPOCA DOCES LIVROS GULOSEIMAS UTILIDADES ADEREÇOS UTENSÍLIOS FERRAMENTAS CDS DVDS ACESSÓRIOS BEBIDAS ÍTENS DE ARMARINHO CHAPÉUS GUARDA-CHUVAS PRODUTOS NATURAIS PRODUTOS DE BELEZA ALIMENTOS NÃO PERECÍVEIS ARTESANATO MODA (...)
No trem é possível ver desde abridores de garrafa sem marcas à caixas fechadas de "Danone" que o amigo ambulante faz questão de dizer que parece roubado, mas que não é! E frisa para a clientela a qualidade e tradição da marca, além, é claro, do mais importante: o prazo de validade. É um pouco do bichinho do marketing e da propaganda que morde esses vendedores e os inspira a "vender o seu peixe", como dito no início, de maneira incisiva e persuasiva.
Todas as técnicas estudadas e repassadas nas salas de aula de um curso de publicidade e propaganda parecem que entram em conflito dentro de um vagão de trem, a mais ou menos 60km por hora, num balanço constante e com sons vindos de todos os lados. São marcas, designs, cores, contrastes, embalagens, frases feitas e apelos de venda que vão desde apresentar o produto apenas esticando-o em direção ao passageiro até o anúncio em gritos do tipo: SENHORES! HOJE O CAMELÔ TRAZ O MAIS NOVO LANÇAMENTO DA NESTLÉ... Tem até criação de slogan: PIPOCÃO É 50... CAFÉ DA MANHÃ, ALMOÇO E JANTA; ou então JUJUBA DE FRUTA É 50... O PASSATEMPO DA SUA VIAGEM. E por aí vai, e a partir daí começa a venda. Isso quando não aparecem demonstradores, como num ponto de venda, num supermercado, por exemplo, que oferecem degustação do produto à troco da relação compra e venda.
Da Central à Santa Cruz, as marcas seguem firmes e fortes. Constantes. Visíveis. Intermináveis - Mesmo com a ação dos agentes de controle! E é por isso que elas sobrevivem: estão presentes a todo tempo, em todo lugar, até mesmo no vagão de um trem. Assim como num shopping, onde a concentração de lojas e marcas é massificante e intensa, no trem é possível observar dezenas delas. Do bom ao ruim. Do novo ao velho. Do famoso ao desconhecido. O mundo das marcas é vivo e também se fortalece nos trilhos espalhados pelo Rio de Janeiro. Não precisa procurar muito, basta embarcar numa viagem de trem e esperar que elas cheguem até você.
PIPOCA DOCES LIVROS GULOSEIMAS UTILIDADES ADEREÇOS UTENSÍLIOS FERRAMENTAS CDS DVDS ACESSÓRIOS BEBIDAS ÍTENS DE ARMARINHO CHAPÉUS GUARDA-CHUVAS PRODUTOS NATURAIS PRODUTOS DE BELEZA ALIMENTOS NÃO PERECÍVEIS ARTESANATO MODA (...)
No trem é possível ver desde abridores de garrafa sem marcas à caixas fechadas de "Danone" que o amigo ambulante faz questão de dizer que parece roubado, mas que não é! E frisa para a clientela a qualidade e tradição da marca, além, é claro, do mais importante: o prazo de validade. É um pouco do bichinho do marketing e da propaganda que morde esses vendedores e os inspira a "vender o seu peixe", como dito no início, de maneira incisiva e persuasiva.
Todas as técnicas estudadas e repassadas nas salas de aula de um curso de publicidade e propaganda parecem que entram em conflito dentro de um vagão de trem, a mais ou menos 60km por hora, num balanço constante e com sons vindos de todos os lados. São marcas, designs, cores, contrastes, embalagens, frases feitas e apelos de venda que vão desde apresentar o produto apenas esticando-o em direção ao passageiro até o anúncio em gritos do tipo: SENHORES! HOJE O CAMELÔ TRAZ O MAIS NOVO LANÇAMENTO DA NESTLÉ... Tem até criação de slogan: PIPOCÃO É 50... CAFÉ DA MANHÃ, ALMOÇO E JANTA; ou então JUJUBA DE FRUTA É 50... O PASSATEMPO DA SUA VIAGEM. E por aí vai, e a partir daí começa a venda. Isso quando não aparecem demonstradores, como num ponto de venda, num supermercado, por exemplo, que oferecem degustação do produto à troco da relação compra e venda.
Da Central à Santa Cruz, as marcas seguem firmes e fortes. Constantes. Visíveis. Intermináveis - Mesmo com a ação dos agentes de controle! E é por isso que elas sobrevivem: estão presentes a todo tempo, em todo lugar, até mesmo no vagão de um trem. Assim como num shopping, onde a concentração de lojas e marcas é massificante e intensa, no trem é possível observar dezenas delas. Do bom ao ruim. Do novo ao velho. Do famoso ao desconhecido. O mundo das marcas é vivo e também se fortalece nos trilhos espalhados pelo Rio de Janeiro. Não precisa procurar muito, basta embarcar numa viagem de trem e esperar que elas cheguem até você.
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